Aqui, lê-se, drama e doçura.

Escrevo meus porquês, sem poréns e sem vírgulas.
Meu mundo é perigoso e opcional.
Sou liberta de correntes.
Vivo.

Deixo ser
Deixo estar
Deixo a vida passar
- Observo enquanto escrevo.
Transformo vivência em palavras
e -
Deixo as palavras invadirem o espaço.

Vendo a vida passar; e escrevendo entre aspas.
(Aqui, lê-se, drama e doçura.)

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Se eu pudesse dar um rolé no céu.

A insistência é plena, mas instantes não voltam. Assim como pessoas e pássaros que voam. Enganar-se e ir contra as leis naturais, acreditando no retorno: uma falsa consolação,  um doce pesar de esperanças falhas, pseudos comodismos e alegrias. A tragédia, sempre presente, é um pedaço do belo, apontando que há lamúrias entre os sorrisos. A sensibilidade sofrida é um corredor de dores, e machucado, a pequenez se apresenta. Se eu pudesse dar um rolé no céu, me apequenaria de vez dentre grandezas, mas buscaria pessoas e pássaros que voam. Assim como instantes.

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